Dr. Luciano Morais — Cirurgia Vascular e Endovascular | CRM-MG: 88489; RQE: 51933 | 57249
A ferida que não fecha.
Quando a pele não cicatriza, o problema muitas vezes está na artéria. Restaurar a circulação é o primeiro passo para evitar amputações no pé diabético. Avaliação vascular especializada em São Lourenço e Circuito das Águas – MG.
Agende sua avaliaçãoA estrutura por trás da avaliação
O resgate vascular em casos de salvamento de membro (pé diabético) conta com a estrutura de hemodinâmica que atende a região, realizando angioplastias complexas nas artérias abaixo do joelho.
Dr. Luciano Morais — Cirurgia Vascular e Endovascular | CRM-MG: 88489; RQE: 51933 | 57249
Perguntas frequentes
Por que a ferida não cicatriza?
Para que um machucado feche, ele precisa de oxigênio e nutrientes. Quando as artérias estão entupidas (comum em pacientes diabéticos de longa data), o sangue não chega na quantidade necessária para cicatrizar a lesão.
O que o cirurgião vascular faz no pé diabético?
O vascular avalia a circulação da perna e do pé. Se houver obstrução, o objetivo principal é restaurar o fluxo de sangue, frequentemente por meio de angioplastia, para dar condições à ferida de cicatrizar.
Quando devo procurar o vascular?
O ideal é buscar avaliação especializada logo que uma ferida demore mais de duas a três semanas para fechar, ou ao notar áreas escurecidas nos dedos dos pés.
A avaliação é o primeiro passo?
Sim. Uma ferida no pé não é apenas um problema de pele, é um problema de circulação e precisa de mapeamento adequado antes que a lesão avance.
O atendimento é particular?
Sim, o atendimento nesta avaliação é particular, com nota fiscal para reembolso, quando aplicável ao seu convênio.
